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Porque gripam as nossas motos?

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Resumo explicativo sobre as avarias frequentes nos nossos cilindros e suas possíveis causas.

Neste artigo poderão saber o porquê de os cilindros griparem.

Primeiro devemos ter em mente que a mota nunca tem culpa que um cilindro agarre, à excepção de 5% dos casos em que se trata de um defeito de fábrica, o resto dos casos, somos sempre os culpados directos e os agarranços devem se a temperatura extremas como iremos ver.

Um caso de defeito de fabrico mais frequente, trata-se do ponto (pino) que indicam e colocam os segmentos na posição correcta, estes pontos estão metidos à pressão dentro de uma ranhura do pistão, estes pontos são sempre feitos do mesmo material que o próprio pistão, deste moto o piston ao dilatar-se pela temperatura, também acontece o mesmo a este ponto, ficando sempre na mesma posição, mas o que acontece quando o ponto não é do mesmo material que o pistão? Pois o que acontece, é o que podem ver na primeira imagem em baixo, o ponto (pino) vai ganhando folga e vai saindo do sitio e vai roçando no cilindro levemente dado ser de alumínio e o cilindro mais duro, no entanto quase não faz marca, mas de tanto roçar, é claro que um dia ou outro, este pino irá desgastar de tal maneira que acabará por sair do buraquinho no pistão (5mm), caindo para a baixo do segmento fazendo que com a aceleração irá dar origem a um agarranço dado não haver folga suficiente entre o pistão e o cilindro, criando a rotura do pistão e cilindro fazendo com que os segmentos não cumpra a sua função correctamente perdendo compressão. Este tipo de agarranço é dos mais frequentes por defeito de fabrico. Num cilindro de ferro como este 49cc facilmente se pode fazer uma rectificação e instalar de um kit de pistão novo.

Gripagens por culpa do proprietário, como referimos inicialmente, acontecem por causa de temperatura extrema e passamos a referir as mais frequentes causas: FALTA DE ÓLEO; quando nos cansamos do cilindro de origem e montamos um cilindro maior 70cc, isto porque muitas pessoas se esquecem que a bomba de óleo de origem está feita para enviar proporções de óleo para um cilindro de origem 49cc ou outra cilindrada em outros motores, mas quando vamos devagar não se passa nada mas quando aceleramos com o cilindro 70cc, este irá originar um excesso de rotação para a qual a bomba de óleo não está preparado, fazendo com que não receba óleo suficiente para lubrificar um cilindro 70cc, aumentando assim rapidamente a temperatura do interior do cilindro e pistão, até que chega a um momento, em que os segmentos começam a dilatar pressionando o interior da camisa do cilindro, já que estes começam a não caber no interior do pistão, e ao procurarem expandir-se mais começam a tentar entrar para os transferes e saída de escape que é maior e é aqui que acontece a desgraça numa questão de 1/2 segundos!! Em muitos casos podem detectar a tempo que algo está mal e evitar um agarranço, se verificar que a mota está a subir temperatura de forma muito rápida. Em alguns casos estes agarranços também não se conseguem evitar controlando a temperatura da água pois por vezes esta temperatura gera-se muito rapidamente no interior do cilindro levando rapidamente a um agarranço.

Observem bem este pistão e cilindro, um cilindro MHR da Malossi, que tem um custo acima de 300€. Um rapaz, montou este cilindro com toda a ilusão do mundo e durante uma semana nunca passou dos 50km/h e já com 100km percorridos deu uma apertãozito no acelerador, levando a que no espaço de 30 metros  algo se alterasse no comportamento do motor e quando se lhe perguntou o que passou ele não tinha bem a certeza, mas quando desmontaram o cilindro  este começou a "chorar", tinha acabado de gripar um cilindro de 300€!

Como se pode verificar, o pistão não chegou se quer a sujar e muito menos a saída de escape, este é o caso típico porque gripam as nossas motas.

Quando temos um indicio de agarrão, perdemos sempre alguma compressão e as ranhuras onde estão inseridos os segmentos, sofrem dilatações e contracções muito severas e ao ainda não ter acontecido nada, o motor comporta-se de outra maneira e com muito frequência requer uma carburador novo.

Você já ouviu, alguns motores com uma espécie de zumbido ao acelerar? Esse zumbido, também ocorre com menos frequência ao relanti e vem dessas ranhuras dilatadas, nas quais o segmento golpeia ao subir e baixar do pistão e neste caso já não será apena o segmento que terá de trocar mais também será necessário trocar o pistão.

O que faz realmente o óleo?

O óleo forma uma espécie de camada microscópica nas pareces do cilindro que impede que os diferentes materiais que têm de se friccionar entre si, não chegando quase a tocarem-se e se for possível evitarmos essa fricção, estaremos evitando subidas de temperatura por fricção. Assim poderemos evitar desgaste levando apenas uma dose generosa de óleo na gasolina.

O que fazer para evitar este de gripagens, alterar a bomba serve de pouco, há quem encurte o cabo da bomba e ao relanti entrará mais óleo, mas não quando aceleras ao máximo, o limite da bomba apenas dá para um cilindro 60 e há quem alargue o tubo onde sai o óleo e isso muito menos dará resultados já que ao relanti estará enviando demasiado óleo.

Qual é a solução? Há duas e muitos preferem remover a bomba e fazer mistura no depósito da gasolina, 125ml  de óleo por cada 4 litros de gasolina, isto é 3%, com isto terás motor para muitos anos. A outra solução é deixarmos a bomba a trabalhar normalmente, mas cada vez enchermos o depósito de gasolina com 8 litros, metemos um tubo de 125ml de óleo ou então 65ml de óleo por cada 4 litros. Portanto 1,5%. A primeira solução será mais indicada dado que por vezes a bomba pode gripar.

Com alguma frequência ouvimos o seguinte: Se a mota tiver uma mistura rica não gripa e se tiver uma mistura pobre, gripas! Como dissemos anteriormente a bomba de óleo é independente da carburação, dito de outra maneira, esteja afinada como estiver, a bomba de óleo fornecerá sempre a dose determinada de óleo para que a aspiração do motor a leve, não tendo esta que ser rica ou pobre de carburação. Esta causa origina muitas visitas a oficinas e casas de peças e já não poderás reclamar já que não é um defeito de fábrica, mas de ajuste e por muito bom ou mau que seja o cilindro face à escassez de óleo o agarranço é garantido.

Por vezes há quem também se queixe da qualidade do pistão ou do cilindro pondo em causa a qualidade da marca destas peças, quando dizem que as sais do seu pistão partiram-se ou até as saias do cilindro! Pois isto acontece alguma vezes. Mas porquê? Isto ocorre quando damos um bom uso à moto ficando bastante quente e derrepente desligamos a mota. E quando a desligamos, a temperatura acaba por subir mais uns graus, já que a culaça e a camisa estão muito quentes e a água da refrigeração deixou de circular (deixem a chave na posição ligada e verão o ponteiro da temperatura a subir), enquanto o cilindro culaça e pistão continuam aumentando a temperatura, o radiador logicamente deixa de ter circulação, acaba por baixar a muito a temperatura para quase igual quando a mota estava a trabalhar. Porquê? Porque o ar que entra em contacto com as laminas do radiador, aquece muito rápido, saindo dali com rapidez já que o ar quente pesa menos que o frio e assim se gera um fluxo constante de ar que entra por debaixo do radiador e sai por cima, levando a temperatura e arrefecendo a água.

Mas voltemos ao nosso pistão e cilindro, o pistão raramente pára no PMS ponto morto superior, mas se parar poderemos ter problemas. Porquê? Porque tanto o pistão como o cilindro, terão uma temperatura alta pouco normal e poderá gripar se acontecer o seguinte. Depois de poucos minutos parada e se voltarmos a ligar a moto, entra pela a admissão um fluxo de ar fresco vindo do exterior, que chocará contra o pistão e as sais do cilindro, até aqui pode ser que resistam, mas também chegará um golpe de água, água que entretanto já tinha baixado a temperatura com o motor parado no radiador e ao entrar no cilindro, origina uma brusca baixa de temperatura e uma contracção brusca dos materiais, é então onde primeiro irá gretar as saias e mais tarde partirem, podendo gripar também a cambota, e se tiveres pouca sorte gripar o cilindro também. As saias do cilindro, que entram ajustadas ao carter, têm menos probabilidades de partir e as que não entram ajustadas ainda mais, já que nestas últimas, o ar envolve-as por dentro e por fora. Já formada a fissura, também joga um papel importante, as vibrações que acontecem no interior do cilindro, coincidindo com cada aspiração e posterior impulsão da mistura do carter ao cilindro.

Como evitar isto? Pois, isto por sorte, não é muito frequente, mas já viram como facilmente pode acontecer. Depois de um bom uso da mota, devemos andar os últimos minutos de forma pacifica ou até deixar a mota ao relanti durante dois ou três minutos, depois desligamos a mota, e durante a próxima meia hora ou uma hora não ligar a mota sem antes termos feito este procedimento.

Gripagens por falta de refrigeração. Modificamos a mota a nosso gosto, com um bom cilindro, aquele escape desses da moda, etc tudo está está previsto, mas por vezes esquecemos ou ignoramos algo fundamental. Que é aumentar a refrigeração. Fazemos a rodagem, aceleramos a mota para ver como anda e reparas que o ponteira da temperatura trabalha mais alto que o em outro cilindro, mas pensas que não se passa nada ou ainda falta um bocado para que chegue à zona vermelha e continuas acelerando mais uma e outra vez. O que está acontecendo ali dentro? Ocorre que todos os materiais dentro de um motor, estão feitos para trabalhar a uma temperatura concreta e quando chega a essa temperatura, os segmentos estão com as pontas quase a tocar-se, o pistão desliza com uma suavidade extrema, os famosos rolamentos C4, já perderam a sua folga e já estão ajustados à cambota, a caixa de agulhas cumpre a sua tarefa sem nenhum problema, etc, mas a temperatura ideal de trabalho já é ultrapassada com afinações até 20 graus, mas neste caso já não trabalha com a temperatura ideal, os segmentos estão sempre a décimas de se tocarem, e todos os restantes componentes estão numa situação crítica, bastará apenas que suba um passageiro, ou modifiquemos a configuração do variador para que o motor suba mais uns graus e gripe. Observa as primeiras fotos em baixo, é um cilindro refrigerado a ar e esteve muito tempo a trabalhar no limite da temperatura crítica, havia sendo salvo pelo o excesso de óleo na gasolina, até que um dia, fez apenas 2km em marca lenta esta própria pouca velocidade não proporcionou a passagem de ar necessária através das alhetas do cilindro e passou o ponto crítico. Observe o quanto queimado está e a impressão que foi perdendo material pouco a pouco com o tempo.

O resto das fotos, são cilindros refrigerados a água, inclusive um deles que funcionava com água da torneira, água da torneira que contém saís minerais e cloro, comeu a retentor da bomba de água e foi perdendo água até que um dia ficou seco e gripou.

É necessário aumentar o poder de refrigeração das motos preparadas, e até vejo ocasiões, como os mais experientes, que montam um segundo radiador, ou até um novo maior que o de origem, outros tentar canalizar mais ar para que penetre no radiador com mais fluidez, qualquer coisa que consiga baixar uns graus a temperatura é boa e não penses que removendo o termostato já tens a solução do tema, que em parte, o termostato é preciso para que a temperatura de trabalho se alcance o mais rapidamente possível.

Gripagens raras, quase como se tratasse de uma gripagem acidental, mas a realidade é que podem-se evitar. O caso seguinte, trata-se de um motor, que tem trabalhado sem problemas durante muito tempo e um dia, durante uma forte aceleração, partiu o freio de fixação do cavilhão no pistão, Este freio, pode partir-se por duas razões, primeiro porque nunca esteve bem montado dentro da sua ranhura e neste caso está a fazer mais força que o normal, até que por determinada temperatura, parte e por outro motivo, pode ter sido, que ao instalar o freio fizeram demasiada pressão com o alicate que ele acabou por ficar com um ponto mais frágil e ao dilatar com a temperatura se ressentiu nesse ponto e contracção devido à temperatura fez com que se parti-se.

Observe os danos que o freio fez no pistão e no cilindro e  observa o topo do pistão que o freio fez quando acabou por ficar em cima do pistão e ao trocar de posição em cada subida do pistão foi marcando o mesmo em sitios diferentes no alúminio do pistão.

Remove um cilindro por um inexperiente. Neste caso um jovem pouco experiente reparou que a mota estava a perder água pelo o escape, a mota não andava, assustou-se como não tinha nem um €, encostou a mota na sua garagem, passados uns meses, quando decidiu pegar de novo na moto, desmotou o cilindro e viu que a junta da culaça estava partida e por ali tinha passado a água e por isso saía pelo o escape. Não tinha nada de mais. Bastava na altura apenas mudar a junta. Mas ao deixar a mota encostada por muito tempo e casualmente com o pistão para cima, entrou água para o cilindro ficando a perder não só o cilindro como também, os rolamentos do motor, cambota. O que apenas era um problema de uma junta de poucos € acabou por se transformar numa reparação de mais de 400€.

Observe bem toda a oxidação gerada durante os meses que esteve parada.

Na foto abaixo, trata-se de um cilindro que foi trocado por não tem muita força, tratando de um senhor de mais idade, que cause todos os dias para vencer a fuga apertava os pernos do escape até que acabou por partir um dos suportes do cilindro ao escape.

Agora observem o pistão maior, que fez mais de 1.200.000 km sem nenhum problema e tem 30 anos, as coisas usadas com moderação duram uma eternidade.

Termino dizendo, que há mais tipos de gripagens, mas aqui falámos sobres as mais frequentes e como vês em quase todos os casos a culpa é sempre do proprietário, nas nossas mão está o fazer durar as coisas mas ás vezes queremos mais e mais, que nos levam a ultrapassar em excesso as resistências das peças, a temperatura estará sempre presente nas gripagens, já que seja por falta de óleo, ou por pouca refrigeração e se tivermos sempre cuidado e tratarmos as coisas de maneira correcta sairemos sempre ganhado.

 

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